Tenho recebido algumas manifestações de brasileiros e brasileiras que gostariam de estar fotografando com o nosso grupo, imaginando, compondo, descrevendo, movidos pela luz. Mas não é possível, e imagino mesmo que se saia pelo Brasil inteiro com grupos de trocas, que falem sobre a fotografia, suas limitações, dificuldades, prazeres - muitos, enfim, os encontros e desencontros causados pela fotografia.
No sábado fomos visitar Cléber Teixeira, sereno, tranqüilo (também adoro trema) e sábio. Contou-nos algo da sua gráfica, a Noa Noa, única no Brasil a funcionar ainda de forma manual. Após o gentil café trazido pela Beth, vimos a gráfica, fotografamos, fizemos retratos e contamos histórias com a luz, que estava abundante. Fizemos e trocamos experiências, entre nós e com Cléber.
Minhas fotos, fiz com a querida F90, com filme cromo em processo cruzado. No geral, a escolha foi pela fotografia digital, que dá um resultado rápido e versátil. Um resultado geral será conhecido apenas no final do ano, com a exposição e lançamento do livro...
Na fotografia de Walfredo Kumm, um aspecto de hora de descontração, onde aproveitávamos da sabedoria de Cléber... Que bom que no mundo tem tanto para aprender...
Beijos.