Quem sou eu

Minha foto
Mara Freire é fotógrafa, publicitária e Pós Graduada em Fotografia. Professora de Fotografia e atua também como curadora e consultora na área.
Mostrando postagens com marcador Cléber Teixeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cléber Teixeira. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O Ato Fotográfico

“Um grão de loucura e devaneio, quem sabe, é desta falta que padecem nossas almas mortas, famintas de encantamento e razão de viver.”

(Jurandir Freire Costa, psicanalista).

domingo, 3 de outubro de 2010

Cleber Teixeira

Fomos visitar Cleber Teixeira, desta vez não para tomar-lhe imagens entre cafés, mas para presentear-lhe com um mosaico de fotografias mostrando a sua figura. A arte foi feita pelo Jaison, talentoso. As fotografias, cada um de nós oito.
Cleber deu-nos catálogos de sua recente visita ao Instituto Moreira Salles no Rio, fica lá na Gávea.
http://ims.uol.com.br/Cinema/D17/P=364
Havia uma exposição de Flieg, Hans Gunter Flieg, Fotografias de indústrias e arquitetura. Lembrei-lhe de Marc Ferrez, fotógrafo que veio no início do século 19 para o Brasil, com a missão artística, documentar o novo país. E também lembramos das belas fotografias de Robert Doisneau para a Renault, mostradas no Museu Oscar Niemeyer, que vi ano passado.
O universo do preto e branco, seria preciso reinventá-lo...
Mais uma bela manhã que encerrou em almoço na Lagoa da Conceição.
Jaison falava da criatura passional, que é. Eu, citei Maiakovski: 'Tenha um sol em seu peito ou não se chame Homem'. Lucienne e Walfredo trouxeram junto a bela Ana Paula, que ouviu cada uma...
Semana que vem, fotografaremos no Morro do Horácio. Tantos mundos em nossa Ilha: Ilha da Magia.
Fotografia de Jaison James, para Diários de Fotomotriz.

domingo, 5 de setembro de 2010

Às Novas Experiências


Tenho recebido algumas manifestações de brasileiros e brasileiras que gostariam de estar fotografando com o nosso grupo, imaginando, compondo, descrevendo, movidos pela luz. Mas não é possível, e imagino mesmo que se saia pelo Brasil inteiro com grupos de trocas, que falem sobre a fotografia, suas limitações, dificuldades, prazeres - muitos, enfim, os encontros e desencontros causados pela fotografia.
No sábado fomos visitar Cléber Teixeira, sereno, tranqüilo (também adoro trema) e sábio. Contou-nos algo da sua gráfica, a Noa Noa, única no Brasil a funcionar ainda de forma manual. Após o gentil café trazido pela Beth, vimos a gráfica, fotografamos, fizemos retratos e contamos histórias com a luz, que estava abundante. Fizemos e trocamos experiências, entre nós e com Cléber.
Minhas fotos, fiz com a querida F90, com filme cromo em processo cruzado. No geral, a  escolha foi pela fotografia digital, que dá um resultado rápido e versátil. Um resultado geral será conhecido apenas no final do ano, com a exposição e lançamento do livro...
Na fotografia de Walfredo Kumm, um aspecto de hora de descontração, onde aproveitávamos da sabedoria de Cléber... Que bom que no mundo tem tanto para aprender...
Beijos.